Coronavírus: o que fazer?

Com a amplitude do coronavírus e possíveis riscos de transmissão no Brasil, é importante que locais públicos estejam em alerta e reforcem as formas de prevenção.
Conhecido como coronavírus – nCoV-2019 e descoberto em dezembro de 2019 após casos registrados na China, o mesmo causa doença respiratória por meio de seu agente e tem mobilizado organismos internacionais e comunidade científica para promover tratamentos e prevenções mais efetivas. Mais de oito mil casos foram registrados em 18 países, segundo a Organização Mundial da Saúde, e 13 casos foram considerados suspeitos no Brasil, os quais ainda não foram confirmados.
Com o retorno das aulas em escolas de todo Brasil, aumenta-se a necessidade do cuidado e alerta aos pais, alunos e professores. Confira abaixo algumas informações e principais orientações para combate da doença:

Principais sintomas e transmissão

Sintomas respiratórios como tosse em excesso e dificuldade para respirar e presença de febre. Dores musculares e de cabeça, bem como confusão mental, irritação na garganta e desconforto no peito também podem ser identificados.
A transmissão do coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou contato pessoal. Entre eles por, gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas (seguido de contato com a boca, nariz ou olhos).

Prevenção

As medidas de prevenção e cuidados básicos orientados pelo Ministério da Saúde e que sua escola deve adotar para reduzir riscos da transmissão da doença, são:
– Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
– Estimular que alunos, professores e colaboradores realizem lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
– Disponibilizar na escola ou solicitar aos pais que providenciem aos alunos, lenço descartável para higiene nasal;
– Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
– Compartilhar álcool em gel nos corredores e salas de aula;
– Orientar que ao tossir ou espirrar, a higienização da mão seja realizada;
– Manter a limpeza de objetos de uso pessoal dos alunos nas instalações da escola como talheres, pratos, copos ou garrafas;
– Manter os ambientes bem ventilados;

Orientações

– Se possível, recomendamos que as escolas possam ter conhecimento de históricos de viagens à China realizados pelos pais e alunos. São considerados casos de alerta aqueles que tenham realizado viagem a este país e retornado ao Brasil nos últimos 14 dias apresentando febre e sintomas respiratórios.
– Ao notar casos suspeitos ou graves, é imprescindível encaminhar o indivíduo à uma unidade médica para que possa ser feito o diagnóstico. Após confirmação, o mesmo será isolado e iniciará o tratamento o mais breve possível.

Para conferir mais informações, o governo do estado de São Paulo (após suspeitas do coronavírus nas cidades de Americana e Paulínia), promoveu um guia rápido para monitoramento da doença, o qual poderá ser consultado e compartilhado, http://saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/

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